Minha Terrinha Envie sua solicitação e faremos o possível para representar aqui o seu torrão natal. |
||
|---|---|---|
| Abrantes | ||
Localização Abrantes encontra-se situado no centro do território de Portugal Continental e é ponto de transição de zonas diferentes, como o Ribatejo, a Beira Baixa e o Alto Alentejo. Esta posição levou a que muitas fossem as influências registadas na cultura local, facto que lhe atribuiu características muito sui generis e com alguma diversidade mesmo no interior do Concelho consoante as diferentes áreas geográficas. Os concelhos limítrofes são Sardoal e Vila de Rei a Norte, Mação e Gavião a Este, Ponte de Sôr e Chamusca a Sul e Constância e Tomar a Oeste. Pertence ao distrito de Santarém e ao Médio Tejo, integrando a NUT II da Região Centro. |
|
|
![]() ![]() |
Maria de Lourdes Pintasilgo, a primeira e única mulher a chefiar um governo em Portugal, nasceu em Abrantes em 18 de Janeiro de 1930. Faleceu sábado em Lisboa. Licenciada em Engenharia Química Industrial, foi primeira ministra do V Governo Constitucional, entre Agosto e Dezembro de 1979. Fundadora em Portugal do movimento cristão feminino Graal, Lourdes Pintassilgo, iniciou a carreira pública como Procuradora na Câmara Cooperativa em 1965, tendo aí permanecido até 1974. Após o 25 de Abril, ocupou vários cargos governamentais, tendo sido ministra dos Assuntos Sociais nos II e III Governos Provisórios, antes de chefiar o V Governo Constitucional. |
![]() |
|
26/09/2008 |
|
| Agualva-Cacém | ||
![]() |
CidadE portuguesa do concelho de Sintra, com cerca de 81 845 habitantes, é uma de duas cidades no município de Sintra (sendo a outra Queluz). É ainda a quarta maior cidade da área metropolitana de Lisboa, (após Lisboa, Amadora, Almada e Setúbal) e a décima maior cidade de Portugal,(depois de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia ,Amadora, Braga, Coimbra, Almada, Funchal e Setúbal). Possuidora de problemas e desafios de carácter urbanísticos e ambiental que lhe colocaram o crescimento desordenado da área urbana e o pouco cuidado que este crescimento teve com o património ambiental local, são exemplos, a Ribeira das Jardas e a lagoa dos "quatro caminhos". Para além desta situação ainda se coloca o desafio na defesa do património histórico desta cidade, por exemplo o parque arqueológico do Alto do Colaride, o Palácio da Quinta da Fidalga e a Quinta da Bela-Vista (onde viveu durante muito tempo Ribeiro de Carvalho- ilustre figura da 1ª. República) problemas que começam agora a ser resolvidos pelo programa Polis (Programa de requalificação das cidades europeias). Agualva-Cacém possui como principal sustento económico a indústria, isto se verifica pela existência de dois parques industriais de grande dimensão na cidade. Agualva-Cacém é a cidade do concelho de Sintra que maior número de serviços disponibiliza
|
|
Apesar da designação oficial ser "Agualva-Cacém", toda a população a designa globalmente por "Cacém". Assim, em termos práticos, quando uma pessoa diz "moro no Cacém", pode estar a referir-se a qualquer uma das quatro freguesias que compõem a cidade: Cacém, Agualva, Mira-Sintra e São Marcos. Até recentemente, o nome "Agualva-Cacém" pertencia a uma freguesia com 16 km² de área, em 12 de Julho de 2001, a vila foi elevada a cidade, tendo a antiga freguesia sido administrativamente desdobrada nas freguesias de Agualva, Cacém, Mira-Sintra e São Marcos no dia 3 do mesmo mês. Após a elevação de Agualva-Cacém a cidade, esta passou por vários projectos de beneficiação por parte da Câmara Municipal de Sintra, mas principalmente por parte do Programa Polis (Projecto para a requalificação das cidades europeias). |
![]() |
|
| 03/12/2008 | ||
| ÁGUEDA | ||
|
área de 335,0 km2 feriado municipal em 2008-05-12 2ª FEIRA 7 SEM. APÓS PÁSCOA Existem no actual concelho de Águeda abundantes vestígios comprovativos da presença romana, nomeadamente na estação arqueológica do Cabeço do Vouga. Relativamente à cidade, há fortes probabilidades de que a via romana que ligava Aeminium (Coimbra) a Cale (Gaia) passasse por Águeda. No que concerne ao próprio nome de Águeda, existem várias suposições tendentes a desvendar a origem no nome do rio aqui situado, o qual já no século IX se chamava Ágata. Em documento datado de 1050 são mencionadas diversas villas situadas na área do actual cocelho de Águeda, tendo várias delas topónimos de origem árabe. A cidade actual procede do repovoamento feito nos inícios da Nacionalidade (século XI-século XII): A povoação nunca terá prosperado, como é prova o facto de não ter recebido foral próprio, apesar de os seus moradores terem diversos privilégios como testemunham os procuradores de Aveiro nas Cortes de Évora em 1451. D. Manuel I incluiu Águeda no foral concedido a Aveiro, em 1515. Em troca, o local de Assequins, actualmente incluído na cidade, recebeu foral próprio de D. Manuel I. O concelho de Águeda, com a elevação da sede a vila foi constituído a 31 de Dezembro de 1853, integrando diversos concelhos, de origem medieval então extintos, entre eles o de Aguada de Cima,o de Castanheira do Vouga e o de Préstimo. Águeda foi elevada à categoria da cidade por lei de 14 de Agosto de 1985. A importância de Águeda veio-lhe das várzeas que lhe ficam fronteiras e alastram na bacia que começa um pouco acima da Borralha. Foram elas as causas de se encontrarem os nomes locais, nos documentos que se reportam à primeira reconquista.
|
|
14/12/2008 |
||
